Mostrando postagens com marcador A Passagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A Passagem. Mostrar todas as postagens

domingo, 23 de abril de 2017

A Cidade dos Espelhos, de Justin Cronin

Terminei hoje a leitura do terceiro livro da trilogia A Passagem, de Justin Cronin, chamado A Cidade dos Espelhos. A trilogia é excelente e agora, finalmente, está encerrada, 6 anos depois do lançamento do primeiro livro. O primeiro livro chama-se A Passagem, e o segundo livro chama-se Os Doze.

Este terceiro livro é uma continuação do segundo, e vale a pena ler a trilogia inteira. No primeiro livro é mostrada uma destruição em massa dos habitantes do mundo todo por conta de um novo vírus, que transforma as pessoas em predadores com força física muito superior à humana. No segundo livro há uma batalha visando o extermínio deste vírus, e o terceiro tem o desfecho final da aventura.

A maior parte da ação do livro se passa nos Estados Unidos, mesclando fatos do passado, de uma época parecida com a presente e fatos narrados num futuro muito distante. A descrição de uma Nova York completamente abandonada, sendo tragada de volta por uma floresta, ao mesmo tempo em que os principais prédios são preservados, é muito interessante.

A atenção especial é voltada para a estação central de NY, com um grande relógio de 4 faces e um teto com a imagem representando um céu invertido.

Na Internet é citado que o primeiro livro teve os direitos adquiridos pela Fox para ser transformado numa série. Os livros tem um tamanho considerável (a trilogia toda ultrapassa 2 mil páginas) e material abundante para ser transformado em série com muitas temporadas.

Já tinha escrito, anteriormente, sobre o segundo livro da série, Os Doze. Só lamentei o fato de ter demorado tanto tempo entre as duas leituras que alguns detalhes me escaparam no início deste terceiro livro, mas isto foi recuperado no decorrer da leitura.

Abraços,

Henri




sábado, 20 de abril de 2013

Os Doze

Terminei hoje a leitura do excelente livro Os Doze, de Justin Cronin. Trata-se do segundo livro de uma trilogia (como estão na moda as trilogias) que se iniciou com o livro A Passagem, em 2010. A previsão de lançamento do último volume, que deve se chamar A Cidade Dos Espelhos, aponta para 2014, e resta esperar até que seja lançada no Brasil, o que deve acontecer no início de 2015, se for repetido o atraso que ocorreu com este segundo volume.

O spoiler abaixo é muito pequeno, e não prejudicará quem quer ler os livros. A recomendação é a leitura dos livros em sequencia, pois a história deste livro é uma continuação direta da história do livro anterior.

No livro A Passagem, tudo começa com a eterna busca pela imortalidade, e para a cura de todas
as doenças. Algo extremamente promissor, porém um segredo guardado a sete chaves pelo exército americano, que conduz diretamente as pesquisas. E para que os primeiros testes pudessem ser feitos em humanos, depois da fase experimental, são escolhidas 12 pessoas que estavam no corredor da morte nos Estados Unidos, para que pudessem servir de cobaias e para que a evolução do tratamento pudesse ser monitorada.

É claro que tudo sai de controle, mas de uma forma excepcional. E a ação é deslocada então para o futuro, muitos anos depois, com a consequência direta deste experimento. O subtítulo do livro, exposto na capa atual, é: Quando o Homem tenta ser Imortal, o Fim da Humanidade é uma Questão de Tempo.

No livro Os Doze, a ação volta para os dias em que o experimento sai do controle, novas personagens são inseridas e a ação então se desloca para muitos anos adiante, continuando a ação do livro anterior. E seu subtítulo, difícil de ver na imagem acima, é: Num mundo cercado por monstros, o inimigo mais cruel pode ser o próprio homem. Há uma promessa interessante de muita ação para o próximo livro.

Há uma citação, na última orelha do livro, de que os direitos de adaptação para o cinema do primeiro livro foram adquiridos pela Fox 2000, e que já há diretor (Matt Reeves) e roteirista (Jason Keller) escolhidos para a empreitada. Embora sempre o livro seja melhor que o filme, neste caso há ação suficiente para que o filme também possa ser muito bom. O mais difícil vai ser condensar as 816 páginas do primeiro livro num filme comercial. O segundo livro é bem menor: são só 591 páginas, mas que prendem sua atenção o tempo todo, tornando difícil a tarefa de deixar o livro de lado.

Boa leitura. Enquanto isto, vou curtindo o pior aspecto das trilogias: aguardar o próximo volume.

Abraços,

Henri